Duas pessoas são cruciais para se desvendar o mistério do rapto de Paulinha na noite de seu nascimento: Márcia e Efigênio . Até hoje, Paloma ainda não conseguiu descobrir quem foi que tirou a filha de seus braços, mas um encontro pode colocá-la ainda mais perto do nome de Félix.
Ao lado de Elias , o pastor Efigênio faz uma visita a Márcia para convidá-la a participar dos cultos de sua igreja. E não demora muito para a ex-chacrete reconhecê-lo. “Eu sei que eu te conheço de algum lugar, mas não é desse bairro, não. De onde pode ser?”, questiona.
Os dois vão trocando informações, até que ela finalmente se lembra. “Eu acho que frequentei o seu bar. Agora eu estou lembrando de você. Meu Deus, é você!”, dispara Márcia, toda alegre, abraçando-o. A cabeça da ex-chacrete é inundada por lembranças daquele dia em que ela mesma precisou fazer o parto de Paloma e esbarrou com Félix no bar que era propriedade do agora pastor.
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