O sequestro do universitário de 18 anos que foi
libertado após três dias de cativeiro, na manhã do último domingo, foi
planejado e comandado por um conhecido da vítima, segundo a Polícia. Ao todo,
quatro jovens teriam participado do crime, sendo um adolescente. Dentre eles,
está Guilherme Ricardo Souza Leal, 18, apontado como mentor da ação.
Considerado um jovem “inteligente”, de uma família de classe média, Guilherme
teria dito à Polícia que pretendia somente “lucrar” com o sequestro. O irmão
dele, de 17 anos, também foi apreendido.
“Os familiares deles ficaram chocados quando
souberam. Até porque a família é financeiramente estável. Além disso, o próprio
Guilherme é tido por todos como um rapaz inteligente. Estudou nas turmas
especiais de colégios particulares da Capital”, disse o diretor da Divisão
Antissequestro (DAS), delegado Antônio Pastor. Conforme o delegado, aos 16
anos, o jovem ingressou numa faculdade de Direito, mas trancou o curso. “Quando
foi preso, ele já sabia até por quais crimes ia responder”, concluiu.
| Cativeiro utilizado |
Em depoimento, o acusado disse à Polícia que conheceu a vítima anos atrás. Isso
porque parentes de Guilherme moraram no mesmo prédio em que a família do
universitário raptado residiu. “Eles se conheciam de vista, não tinham
relacionamento próximo. Mas ele sabia das condições financeiras do jovem e
decidiu sequestrá-lo”, contou o delegado Rommel Kerth, que responde pelo
Departamento de Polícia Especializada (DPE).
Além de Guilherme, foram presos: Antônio Renner da Costa e Silva, 19, e Antônio Hidelmir Santos Silva Júnior, 20. Segundo a Polícia, os dois teriam sido procurados por Guilherme para realizar o trabalho “braçal”. Teriam sido eles que abordaram a vítima no estacionamento da Universidade de Fortaleza (Unifor), na manhã da última quinta-feira. Já Guilherme teria observando toda a ação, dando apoio em uma moto. (Jornal O Povo)
Além de Guilherme, foram presos: Antônio Renner da Costa e Silva, 19, e Antônio Hidelmir Santos Silva Júnior, 20. Segundo a Polícia, os dois teriam sido procurados por Guilherme para realizar o trabalho “braçal”. Teriam sido eles que abordaram a vítima no estacionamento da Universidade de Fortaleza (Unifor), na manhã da última quinta-feira. Já Guilherme teria observando toda a ação, dando apoio em uma moto. (Jornal O Povo)
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