Neste sábado o Diário do Nordeste trouxe várias reportagens que expressam a situação de várias prefeituras nestes primeiros 100 dias em que os prefeitos assumiram seus cargos. Mesmo a União e o Estado aumentando o repasse de recursos para várias ações das prefeituras nos últimos anos, é impressionante como os gastos para manter a máquina pública também crescem na mesma proporção, o que limita e muito as ações dos prefeitos.
Para que os 22 leitores do blog tenham uma idéia, vamos analisar o seguinte: cada vez que um prefeito constrói um posto de saúde ou obra similar, ele tem aumentado os gastos de manutenção da máquina (funcionários, equipamentos, contas de água, luz, etc), o que faz com que os recurso para investimentos na jurisdição municipal fiquem apertados.
Sem falar nas várias demandas de municípios interioranos onde todos acham que o prefeito tem obrigação disso, daquilo outro e por aí vai. Culmina pela municipalidade não agradar a todos, cujos descontentamento revertem-se na forma de votos contrários a este. Mas fazer o quê, se o cobertor é curto e o corpo é grande?
Ter calma e correr atrás de recursos junto ao estado e união, mediante a aquisição de assessoria competente, bem como na economia de gastos com pessoal colocando somente o necessário para o bom andamento dos trabalhos públicos.
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