Em 2010, o país descobriu que a religiosidade de Dilma Rousseff aumenta na proporção direta da aproximação das urnas. A caminho de 2014, o velho materialismo dialético vai, de novo, cedendo espaço à beatice no íntimo da alma da ex-guerriheira. Vem daí que, neste domingo (17), Dilma desembarcou em Roma.
Nesta terça (19), a presidente brasileira assistirá à missa inaugural do pontificado de Francisco. Depois, Dilma terá uma conversa particular com o novo papa. A coisa toda foi organizada meio de afogadilho. Inicialmente, a presidente não cogitava dar as caras. Enviaria ao Vaticano um representante.
A meia-volta apenas confirma: em certas épocas do calendário, Dilma dedica-se a Deus com mais afinco. Age com tal devoção que estimula os mais crédulos a suspeitar de que Ele talvez não exista. (Josias de Souza)
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