Na manhã de ontem, domingo (06/05) por volta das
10h30min, uma operação conjunta das Polícias Civil e Militar de Ipueiras, com
apoio de agentes do Pró-cidadania estouraram uma rinha de galo clandestina
localizada na Rua Coronel José Pompeu, bairro São José.
No
momento da ação uma grande quantidade de motocicletas, carros e até vans com
espectadores e apostadores oriundas das cidades de Santa Quitéria, Reriutaba,
Ipu e outras localidades estavam presentes. A operação teve a frente o delegado
da cidade Raul Tessius que chegando ao local com os demais policiais, efetuou a
prisão de alguns donos de galos, bem como dos organizadores do evento.
| Galos |
No local havia toda uma estrutura própria para a promoção das
rinhas. Várias aves que estavam sendo usados nas rinhas foram apreendidas.
Foram autuados Osvaldo Peres Martins, da cidade de Ipu, Ricardo Bezerra do
Nascimento e Antonio Alexandre Barros dos Santos, estes dois últimos da cidade
de Ipueiras, sendo que Alexandre é proprietário da casa. Após a detenção dos
envolvidos, que foram levados para a delegacia, foi recebida a informação de
que duas vans estavam saindo da cidade com expectadores e donos de galos, bem
como transportando os animais.
A
primeira Van/Topic foi abordada nas proximidades do Ginásio da cidade, mas nada
de suspeito foi encontrado, sendo o veículo liberado. Logo em seguida, uma
segunda van que se dirigia para a cidade de Ipu lotada de expectadores foi
detida por ter sido encontrado material de preparação dos galos para as rinhas
e todos foram levados para a delegacia, onde depois de prestarem
esclarecimentos foram devidamente liberados.
Os passageiros eram da cidade de Ipu e estavam
assistindo a rinha, sendo que a polícia acredita que viajava vários donos de
galos, além de espectadores. Conforme a delegacia de Ipueiras, o IBAMA será
cientificado no dia de hoje do fato, sendo que as aves serão devidamente
encaminhadas para o devido órgão que tomará as medidas cabíveis.
Os
autuados, depois de prestarem esclarecimentos, responderão um Termo
Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por delito previsto na de Crimes
Ambientais. Outras pessoas envolvidas no caso, já foram identificadas e terão a
mesma sanção. A polícia tem suspeita de que um sargento aposentado da polícia
seja o responsável direto pela rinha.
Fonte:
Ipu Notícias
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