Enquanto autoridades federais, estaduais e municipais lutam
pela erradicação de um dos maiores inimigos da Saúde do Estado, a dengue, outro
inimigo semeia a morte e a invalidez permanente sobre dezenas de milhares de
cearenses.
É o que se constata,
só não dos números dos programas e páginas policiais, mas dos arquivos mais
precisos, do Detran e dos grandes hospitais de traumas e de emergências.
Estamos falando da “morte sobre duas rodas” produzida por motocicletas que se
multiplicam sem controle.
Os números são impressionantes. Segundo o IJF, os acidentes
com motos, que representam 42% da frota de veículos do Ceará, aumentaram 1000%
em Fortaleza, e quase o mesmo no Interior. Só em 2011, o IJF recebeu 7.985
pessoas acidentadas, das quais 70% sofreram sequelas permanentes, e 20%
perderam a vida. Detalhe: nenhum motociclista tinha habilitação, e o álcool foi
presença permanente.
Só aqui na região da Ibiapaba, o número de mortes envolvendo motoqueiros são impressionantes. Entre mês passado e este mês, em Guaraciaba morreram quase cinco pessoas de acidente. Em Croatá morreram neste mês foram duas pessoas. E quedas com arranhões, nem se conta o número.
Segundo o Detran, a
frota de motos do Estado é de 840 mil unidades, sendo 186 mil na Capital, e 662
mil do Interior, com aumento de quase 20% em 2011. Detran e hospitais advertem: é
preciso endurecer a respeito da habilitação e uso de bebidas alcoólicas por
motoqueiros.
Louve-se que aqui em Croatá, mesmo com o trabalho intensivo do Comandante Valdemar, que já reduziu muito o número de acidentes com seu trabalho de fiscalização do uso de capacetes e pessoas embriagadas, é preciso partir para uma conscientização mais sólida das pessoas, visto o anúncio de tragédias que se ouve continuamente.
Louve-se que aqui em Croatá, mesmo com o trabalho intensivo do Comandante Valdemar, que já reduziu muito o número de acidentes com seu trabalho de fiscalização do uso de capacetes e pessoas embriagadas, é preciso partir para uma conscientização mais sólida das pessoas, visto o anúncio de tragédias que se ouve continuamente.

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