Em um movimento
surpreendente, o governo israelense indicou que vai recrutar voluntários gays e
lésbicas como enviados informais para vender a diversidade sexual do país como
um fator atraente para melhorar sua imagem internacional.
Segundo
a agência de notícias Associated Press o Ministério da Diplomacia Pública e
Assuntos da Diáspora estabeleceu uma rede de contatos com voluntários
homossexuais que viajarão a diversos países para falar sobre a aceitação de
gays e lésbicas na sociedade israelense.
Em seu site, o Ministério encorajou as
minorias e membros da comunidade gay para se apresentarem, e o porta-voz Gal
Ilan confirmou que a intenção é destacar a diversidade sexual do país --visto
como um oásis entre o conservador Oriente Médio, onde muitos países mantêm a
homossexualidade como crime.
Para ele, quando as pessoas pensam no país, muitas vezes esquecem a comunidade
gay israelense.
A
imagem do país vem sendo abalada nos últimos meses por temas como o ataque ao
navio humanitário Mavi Marmara, quando ativistas que tentavam furar o bloqueio
naval à faixa de Gaza foram mortos, a consequente crise diplomática com a
Turquia, e a recente polêmica envolvendo os judeus ultra-ortodoxos e suas limitações
quanto à liberdade das mulheres.
O Estado
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