No
Ceará, cerca de 20.765 pessoas foram atendidas pelo DPVAT até outubro deste
ano, em acidentes de trânsito. Foram 1948 indenizações por morte; 15.501 por
invalidez permanente e 3.316 por despesas medidas.
O governo
disse que o atendimento ficará por conta do SUS. O diabo é que 45% da receita
do seguro obrigatório vai para o SUS e neste caso, o governo terá que tampar
este buraco, já que a partir de janeiro de 2020 o seguro estará extinto.
Embora
já se tenha um movimento contra a extinção do seguro, especialistas afirmam que
daqui por diante poderá aumentar a oferta de seguros privados com preços
menores.
Segundo
estudo feito pela seguradora Líder, de um total de 23 mil indenizações, cerca
de 1715 foram de carro pequeno; 235 de vans e ônibus; 128 de ciclomotor; 360 de
caminhões ou picapes e o maior número, ou seja 18.327 foram com motos.
Segundo
a MP, as vítimas serão assistidas pelo INSS; BPC e SUS, já que não existirá
mais DPVAT. O diabo é que embora pessoas de fato vítimas sejam assistidas,
existe um mercado criminoso neste setor, daí a preocupação do Capitão.
Por que ele vai acabar?
A Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão federal que fiscaliza o mercado de seguros, disse ter sido questionada pelo Ministério da Economia sobre fraudes, problemas com órgãos de controle e alto índice de reclamações em relação ao seguro, e apresentou dados que apontam a baixa eficiência do DPVAT. O órgão não divulgou esses dados.
Em setembro último, ela afirmou que, em 2018, 11.898 fraudes ao DPVAT foram descobertas. E que, nos 7 primeiros meses de 2019, conseguiu identificar mais de 4 mil, evitando um prejuízo de R$ 29,6 milhões.
De acordo com a Susep, o volume de reclamações do DPVAT é um dos maiores do mercado, "sendo a Seguradora Líder, a 2ª colocada no ranking de reclamações da Susep". E, ainda conforme a superintendência, atualmente, o DPVAT é alvo de processos movidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e de milhares de ações judiciais.
A Susep também destacou que o DPVAT consome 19% dos recursos de fiscalização da superintendência, enquanto a operação representa apenas 1,9% do volume de receitas.
Por que ele vai acabar?
A Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão federal que fiscaliza o mercado de seguros, disse ter sido questionada pelo Ministério da Economia sobre fraudes, problemas com órgãos de controle e alto índice de reclamações em relação ao seguro, e apresentou dados que apontam a baixa eficiência do DPVAT. O órgão não divulgou esses dados.
Em setembro último, ela afirmou que, em 2018, 11.898 fraudes ao DPVAT foram descobertas. E que, nos 7 primeiros meses de 2019, conseguiu identificar mais de 4 mil, evitando um prejuízo de R$ 29,6 milhões.
De acordo com a Susep, o volume de reclamações do DPVAT é um dos maiores do mercado, "sendo a Seguradora Líder, a 2ª colocada no ranking de reclamações da Susep". E, ainda conforme a superintendência, atualmente, o DPVAT é alvo de processos movidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e de milhares de ações judiciais.
A Susep também destacou que o DPVAT consome 19% dos recursos de fiscalização da superintendência, enquanto a operação representa apenas 1,9% do volume de receitas.
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