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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Briga no PSL evolui para o estágio da guerrilha


O presidente Jair Bolsonaro não perde uma oportunidade: Oportunidade de criar crises quando tudo está bem. A coisa funciona assim: seu partido, o PSL era o único que votava fechado com o Capitão, 100% dos deputados votavam em qualquer projeto seu.


Pois bem, Bolsonaro iniciou um movimento para trocar de líder, colocando seu filho, deputado Eduardo, no posto de líder do partido, tirando assim o Delegado Waldir, ligado ao presidente da sigla, Luciano Bivar, aquele que está sendo investigado pela Polícia Federal com a acusação de desvio de verbas do partido.

Pois bem, o Capitão tratou de ele mesmo chamar deputados, oferecendo verbas e cargos para conseguir o que queria, só que um dos deputados gravou a conversa e espalhou. O PSL tem hoje 53 deputados.

Bolsonaro conseguiu 27 assinaturas e o Delegado Waldir, 32, cuja soma dá 59. Ou seja, existem 6 assinaturas de possíveis arrependidos ou no pior das coisas, falsas. O grupo ligado a Bivar já fala em expulsar 10 deputados por infidelidade já que ele controla a executiva do partido.

Se Eduardo conseguir ser líder, vai ter dificuldades, já que liderará uma bancada não de um partido, mas de uma guerrilha.




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