O Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que previa a presença de psicólogos e assistentes sociais nas escolas. Embora a propositura tivesse objetivos republicados, visto que muitos alunos demandam deste tipo de assistência, nasceu viciada.
Viciada porque reza a Constituição que o legislativo não pode criar projeto que onere o executivo. Poderia até onerar, mas teria que garantir a fonte de custeio.
Por conta disso, o Capitão resolveu vetar integralmente já que afrontava diversos dispositivos legais, como a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Pela proposta do ex-deputado José Carlos Elias, equipes com profissionais dessas disciplinas deveriam atender os estudantes dos ensinos fundamental e médio, buscando a melhoria do processo de aprendizagem e das relações entre alunos, professores e a comunidade escolar. O texto ainda estabelecia que, quando houvesse necessidade, os alunos deveriam ser atendidos em parceria com profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS).

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