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| Willian Augusto da Silva, sequestrador do ônibus da Ponte |
O Brasil assistiu, ontem (20), ao vivo, pela TV, a transmissão de um dos crimes mais covardes. O sequestro de pessoas. Um criminoso mantinha reféns 37 pessoas em um ônibus, no Rio de Janeiro.
Não havia dúvidas sobre o crime e seu autor. O desfecho aliviou a todos. Bandido morto, todos os reféns salvos. Aí, começou a “vitimização” do criminoso, tratado apenas como “suspeito” em diversos círculos.
Lágrimas pelo bandido
Não se respeitou nem mesmo a alegria dos que ficaram aliviados, como se exigisse que o País derramasse lágrimas pelo bandido morto.
Heroísmo questionado
O atirador de elite exerceu a legítima defesa de terceiros, como prevê a lei, salvando 37 vidas. Mas já há quem questione sua ação heroica.
Descriminalizar geral
O “país da impunidade” tem dificuldade de punir criminosos. E ontem mostrou que mais um pouco e pedirá a descriminalização do sequestro.
Deu tudo certo no Rio
Wilson Witzel fez muito bem ao comemorar o desfecho do sequestro de ônibus. Deu tudo certo:. O trabalho irrepreensível da sua Polícia Militar salvou 37 pessoas que saíram cedo de casa para ganhar a vida.
Wilson Witzel fez muito bem ao comemorar o desfecho do sequestro de ônibus. Deu tudo certo:. O trabalho irrepreensível da sua Polícia Militar salvou 37 pessoas que saíram cedo de casa para ganhar a vida.
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