O fascismo surgiu na Itália na década de 1930 com o ex-primeiro ministro Benito Mussolini. Uma das principais características da ideologia foi a idealização de um líder autoritário e a criação de um partido único que se desenvolve em torno dele.
Como pontos centrais tem-se o estado centralizado, a ênfase na religião católica e um esvaziamento da intelectualidade. “Ele [o fascismo] é, na essência, antidemocrático. A principal, uma marca do fascismo, é o autoritarismo. Também pode se apresentar conservadorismo, apelo armamentista, nacionalismo exacerbado.
Conforme o professor de história da Uece, Marcos Diniz, a tendência de surgimento desse pensamento extremo se dá quando “os interesses das grandes empresas e do capital estão em risco”. “Buscam encontrar um bode expiatório para justificar medidas extremistas de controle social, existe discurso moralista do bem e dos bons costumes”, caracteriza.
Marcos cita como outra característica a criação de um inimigo que, normalmente, é o comunismo ou a esquerda. “É muito comum no pensamento fascista impedir a manifestação pública, ele não consegue conviver com diferenças. O fascismo não dialoga, não admite oposição”, coloca.
O pessoal está relacionando o fascismo ao Bolsonaro, porque é exatamente o que ele defende: contra o comunismo, bons costumes, contra o kit gay, armas, discurso moralista, fraude em urnas, machismo, etc.

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