O
governador Camilo Santana (PT) reagiu ontem às acusações do senador Tasso
Jereissati, que declarou que o petista é “mandado” pelos Ferreira Gomes. O
tucano classificou o grupo liderado pelos irmão Cid e Ciro Gomes (PDT) como
“oligarquia”. Para Santana, a crítica é um “absurdo”.
“Lamento muito que esse absurdo
venha de alguém que há poucos dias me fazia elogios. Minha resposta é continuar
trabalhando firme pelo povo do Ceará, como tenho feito todos os dias”,
respondeu Camilo. “Não tenho tempo a perder com esse tipo de discussão”,
continuou.
Na própria sexta-feira, Ciro
Gomes subiu o tom do embate com Tasso Jereissati e rebateu, com ironia, a
acusação de que a família dele seria uma “oligarquia”. “O Banco do Estado do
Ceará (BEC) foi destruído pela oligarquia dos Ferreira Gomes que entregou o
dinheiro pros amigos, e os amigos não pagaram e quebraram o banco. Essa
oligarquia precisa ser banida do Ceará”, ironizou, referindo-se ao tucano.
O ex-presidente do PSDB no Ceará Luiz Pontes disse que as
declarações de Tasso não “denigrem” a imagem de Camilo. “O Ceará todo sabe que
quem comanda o Governo hoje é o Ciro”, reforçou. “Se não fosse, Camilo já teria
botado pra fora alguns secretários que não gosta e tem que engolir”, cutucou
Pontes, evitando citar nomes. (O Povo)
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