Documentos
que declaram uma união estável inexistente têm garantido esquema de
prostituição no Complexo Penitenciário de Itaitinga. Com a documentação, as
mulheres conseguem concluir cadastro de visitante nas unidades para fazerem
programas sexuais com detentos.
Cada encontro custaria, em média, R$ 200. No
esquema, as garotas que já têm a carteira de visitante aliciam outras para a
atividade. A denúncia é feita por esposas de presos e por agentes
penitenciários.
Um servidor que pediu para não
ser identificado explica que não há como interferir na atividade, uma vez que
as mulheres estão documentadas com a carteira de visitante. “Elas fazem de oito
a dez programas por visita, cada um custando uma média de R$ 200. Normalmente,
eles (detentos) pagam por meio de transferência de conta bancária ou algum
parente faz o pagamento”, relata a fonte.
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