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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Esquema de prostituição atua unidades prisionais do Ceará

Documentos que declaram uma união estável inexistente têm garantido esquema de prostituição no Complexo Penitenciário de Itaitinga. Com a documentação, as mulheres conseguem concluir cadastro de visitante nas unidades para fazerem programas sexuais com detentos. 

Cada encontro custaria, em média, R$ 200. No esquema, as garotas que já têm a carteira de visitante aliciam outras para a atividade. A denúncia é feita por esposas de presos e por agentes penitenciários.

Um servidor que pediu para não ser identificado explica que não há como interferir na atividade, uma vez que as mulheres estão documentadas com a carteira de visitante. “Elas fazem de oito a dez programas por visita, cada um custando uma média de R$ 200. Normalmente, eles (detentos) pagam por meio de transferência de conta bancária ou algum parente faz o pagamento”, relata a fonte.


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