Nesta terça-feira, 21, a Escola Educar Sesc,
no bairro Montese, rejeitou a matrícula de uma adolescente de 13 anos que
estuda na instituição desde os dois anos.
Mãe da menina, Mara* publicou relato
no Facebook em que denuncia prática transfóbica contra a filha Lara*. A
direção "recomendou" que a família procurasse outra escola para
"atender às necessidades" da aluna.
Isso tem causado uma repercussão na capital
nunca antes vista na história de Fortaleza, de tal modo que nesta quarta até
manifestação na frente da escola fora feito, isto porque, a escola desrespeitou
diversas regulamentos onde a instituição escolar deve sim incluir o nome social
da pessoa na matrícula, independente do documento civil.
O fato da escola ter negado matrícula a aluna, independente de ser trans, hétero, homo, etc., configura crime passível de detenção, visto que foi causa de constrangimento a menor. Sendo pública, a coisa evoluiria para a situação penal.
O fato da escola ter negado matrícula a aluna, independente de ser trans, hétero, homo, etc., configura crime passível de detenção, visto que foi causa de constrangimento a menor. Sendo pública, a coisa evoluiria para a situação penal.

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