Tudo porque o prefeito de Nova Olinda nomeou 70 pessoas nos cargos de: Assistente Técnico (24); Assessor Técnico (16) e Assistente de Secretaria (30).
A promotoria daquele município disse que tais cargos não tinham funções específicas, exigência de escolaridade, ou seja, não se sabia direito para que serviam tais funções. Além do mais, salário inferior a um salário mínimo.
O juiz de lá mandou suspender tudo. Confira.
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