O
Ministério Público do Trabalho (MPT) resgatou uma empregada doméstica de 68
anos, analfabeta, no interior de Minas Gerais. De acordo com o MPT, a idosa
trabalhava em condições análogas às de trabalho escravo.
A empregadora, de 50 anos, não
pagava o salário há cinco anos, fez empréstimos consignados no nome da vítima e
recolhia o dinheiro da pensão recebida pela morte do marido da empregada para
custear gastos feitos em uma venda de propriedade da sua família.
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