Uma perícia realizada por técnicos do Senado Federal aponta que a presidente Dilma Rousseff (PT), afastada desde 12 de maio, interferiu diretamente na edição de decretos de créditos suplementares sem autorização do Congresso Nacional.
O estudo, feito a pedido da defesa da petista, não indica, porém, que tenha havido ação direta de Dilma no atraso de pagamentos da União para bancos públicos, as “pedaladas fiscais”.
O problema é que Dilma não montou uma base de apoio político nem na Câmara e nem no Senado. Daí que seu julgamento tende a ser mais político do que técnico.
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