EM NOME DE JESUS
O Porta dos Fundos ganhou
em primeira instância um processo de indenização por danos morais movido por um
morador da Paraíba. Ele pedia R$ 50 mil e que fosse retirado do ar o especial
de Natal de 2013 do grupo, com sátiras de Jesus Cristo. A Justiça rejeitou a
tese do autor, que se declarou cristão, de que o vídeo era "ofensivo"
e "extrapolou os limites da liberdade de expressão".
EM NOME DE JESUS 2
Para a juíza da cidade de
Remígio, as cenas "se limitaram a construir histórias com caráter
humorístico". Uma ação semelhante, iniciada pelo deputado federal Marco
Feliciano (PSC-SP), também foi arquivada pelo Ministério Público Federal em
2015.
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