A estudante universitária Amanda Cruz da Silva, de 24 anos, que,
em março de 2012, atropelou e matou três pessoas, envolveu-se em um novo
acidente de trânsito no final da tarde da última sexta-feira (10). De acordo
com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ela perdeu o controle do veículo que
dirigia no km 3 da BR-116, próximo ao viaduto do Makro, no bairro Aerolândia, e
colidiu frontalmente em uma caminhonete.
Conforme a PRF, Amanda ficou
presa às ferragens e, após o resgate, foi levada ao Instituto Doutor José Frota
(IJF) em estado grave. Os advogados de Amanda defendem que ela é portadora de
diabetes e, na ocasião, sofreu um desmaio.
EM 2012
No acidente de dois anos atrás,
Amanda também perdeu o controle da direção do carro, que avançou sobre a
calçada na Avenida Deputado Paulino Rocha, atingindo a gestante Marcilene Silva
Maia, 17 anos, a sua filha, Ana Rafaela da Silva, de 1 ano e 7 meses, e Alex
Nascimento Sousa, 56 anos. Já a estudante não sofreu ferimentos.
Na época, a jovem foi presa
enquadrada em homicídio doloso, mas seus advogados conseguiram transferir o
processo para culposo (quando não há intenção de matar). A Justiça revogou a
prisão dela em julho de 2012. O juiz da 3a vara do Júri do Fórum Clovis
Beviláqua, José de Castro Andrade, afirmou que Amanda era primária, não tinha
antecedentes criminais, possuía residência fixa e, por isso, não causaria
nenhum transtorno ao processo. Desde então, a jovem voltou à rotina e
estava aguardando o julgamento em liberdade. (O Estado)

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