Como muitos professores de Croatá sabem, mais cedo ou mais tarde, as consequências nefastas da aprovação automática existente nestes anos viria a tona, mostrando seu lado cruel, negativo e excludente.
O pedagogo diz excludente, porque a aprovação automática é cruel para o aluno, a primeira vista pensa-se que é bom, mas no final das contas, pode-se compará-la a uma agressão aos direitos humanos. O motivo, é porque proporciona diploma sem o aluno saber de nada e é como se dissesse: "você está pronto para a vida".
Uma coisa boa implementada pelo Prefeito Antônio Onofre (PMDB) é o fim desta praga. Voltando ao assunto, como se calcula o IDEB? Leva-se em conta dois fatores: 1) Prova Brasil e 2) Relação idade/série. No sistema de aprovação automática, o aluno tira 3,6 na prova, multiplica-se por 1 e tem-se o Ideb. Com a reprovação, divide-se por 2.
Embora Croatá tenha partido no ano de 2007 com bom IDEB, jamais ele poderia continuar com nota boa, porque este indicador prevê uma evolução, ou seja, melhoria na aprendizagem. E jamais na aprovação automática, os alunos tem oportunidades desafiadoras de aprendizagem, jamais. E aí está o resultado.
Talvez agora, com a reprovação é que consigamos daqui a um bocado de anos, ter bom Ideb. O Ideb que foi publicado agora, foi auferido em 2013 e é resultado da safra de alunos de 2012 pra baixo.

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