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domingo, 11 de maio de 2014

Eunício critica gestão de Cid Gomes em Crateús

Foi em Crateús: “Temos a sétima capital mais violenta do mundo. Será que isso não tem jeito? Tem”, disse o senador, que citou a política de tolerância zero aplicada em Nova York como exemplo de remédio conveniente para a criminalidade crescente no Ceará.  “Por que não é possível aqui? É possível sim”.
Foi só uma das críticas. “Dá pra aceitar que no Ceará, dos 184 municípios, apenas cinco concentrem 70 por cento da renda?”. E ainda: “O governador Cid tem uma formação diferente da minha. Ele é engenheiro. Eu sou das ciências humanas. Ele acha que fazer um prédio de 20 andares é algo resolvido. Eu penso diferente”. O senador disse também que “se eu chegar lá, vou fazer um governo de diálogo”, porque “o poder isola muito”.

Contra a máquina
Eunício declarou não ter medo de enfrentar o poder que o governo exerce sobre prefeitos e vereadores. “Dizem: tem uma máquina, tem duas, 10, 100. Mas, não tem o povo, não vai pra lugar nenhum”. Lembrou que, em 2006, Lúcio Alcântara era um governador bem avaliado e apoiado pela maioria dos prefeitos, mas perdeu para Cid. “O PMDB foi pedir reciprocidade e não recebeu, e o PMDB espera que vai ter a reciprocidade do povo do Ceará”. (O Povo)

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