As chuvas devem diminuir entre 10% e 50% até 2100 e entre 10% e 20% nas próximas décadas, no semiárido
A temperatura da caatinga brasileira deve subir entre 0,5ºC e 4,5ºC até 2100, o que poderá desencadear a desertificação do bioma já ameaçado de extinção. Nas próximas três décadas, o aumento deve ser entre 0,5ºC e 1º. No Ceará, a vegetação representa praticamente 100% de cobertura. Apenas as pequenas áreas do Maciço do Baturité e do litoral não se localizam no bioma. Trata-se do estado com maior porção de caatinga do Brasil.
A temperatura da caatinga brasileira deve subir entre 0,5ºC e 4,5ºC até 2100, o que poderá desencadear a desertificação do bioma já ameaçado de extinção. Nas próximas três décadas, o aumento deve ser entre 0,5ºC e 1º. No Ceará, a vegetação representa praticamente 100% de cobertura. Apenas as pequenas áreas do Maciço do Baturité e do litoral não se localizam no bioma. Trata-se do estado com maior porção de caatinga do Brasil.
A caatinga representa praticamente 100% de cobertura da vegetação do
Ceará, apenas as áreas do Maciço de Baturité e do litoral não se
localizam no bioma, que já está ameaçado de extinção Foto: Honório
Barbosa
A elevação resulta do aquecimento global provocado por altos níveis de emissão de gases causadores do efeito estufa. As projeções são do relatório de avaliação elaborado pelo Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), documento feito por 350 cientistas de diversas instituições e divulgado, ontem (9), durante a 1ª Conferência Nacional sobre Mudanças Climáticas, realizada em São Paulo.
Os dados foram coletados com a ajuda do "Modelo Brasileiro do Sistema Terrestre", primeiro sistema nacional de simulação do clima global. (Diário do Nordeste)
A elevação resulta do aquecimento global provocado por altos níveis de emissão de gases causadores do efeito estufa. As projeções são do relatório de avaliação elaborado pelo Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), documento feito por 350 cientistas de diversas instituições e divulgado, ontem (9), durante a 1ª Conferência Nacional sobre Mudanças Climáticas, realizada em São Paulo.
Os dados foram coletados com a ajuda do "Modelo Brasileiro do Sistema Terrestre", primeiro sistema nacional de simulação do clima global. (Diário do Nordeste)
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