Chegou a hora da verdade! César, Eron , Lutero e Atílio se reúnem para saberem o resultado da auditoria sobre os
contratos que Félix fechou com os fornecedores. Para a decepção do
diretor do San Magno, foi provado que seu próprio filho superfaturou os
contratos e roubou o hospital da família.
Félix até tenta se fazer de vítima para virar o jogo, diz que foi tudo
uma jogada de Eron para tomar seu cargo, mas dessa vez o vilão não tem
escapatória. “Enfrente a realidade. Você foi desmascarado”, diz Lutero.
Tentando de todas as formas fugir da culpa, Félix ataca César, dizendo
que ele só está fazendo tudo isso por não aceitar um filho gay: “Tem
vergonha de mim, quer me ver longe!”, acusa.
Em seguida, já que não tem nada a perder, Félix quase joga os podres do
pai no ventilador, mas é interrompido com uma bela bofetada na cara!
“Cala a boca!”, dispara César. Nesse instante, o administrador, sempre
tão soberano e prepotente, torna-se frágil, como um menino, e mal
acredita que recebeu um tapa do pai. “Você está demitido, oficialmente”,
sentencia o diretor do hospital. Chorando e arrasado, Félix sai com o
rabinho entre as pernas e é amparado por Glauce.
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