Encurralada após a absolvição do deputado Natan Donadon (sem
partido-RO), preso desde junho, a Câmara aprovou, ontem, por unanimidade
dos 452 presentes, uma proposta que acaba com o voto secreto no
Legislativo e empurrou para o Senado a solução do tema.
Apesar da aparência moralizadora, a decisão embute uma armadilha porque
líderes da Câmara se recusam a aprovar proposta paralela que abriria de
imediato o voto em casos de cassação de mandato. Assim, só após a
aprovação pelos senadores da nova proposta, a mudança viraria realidade.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez críticas ao
encaminhamento dado pela Câmara. (Diário do Nordeste)
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