Depois de colocar em pauta projetos controversos, como o de "cura gay" e criminalização da heterofobia, o deputado Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, usou Twitter para defender-se: “A maioria dos projetos são polêmicos pois tratam de diversidade sexual, liberdade de expressão, entre outros. E não podemos nos esquivar”, escreveu no microblog.
Desde que assumiu na presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara, o pastor vem polemizando. Ativo nas redes sociais, ele já mostrou que não teme confrontos, sendo alvo de protestos em todo o país por suas declarações homofóbicas e racistas.
Com o post "A podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime, à rejeição", não mais disponível no Twitter, ele corre o perigo de responder pelo crime de "discriminação" no Supremo Tribunal Federal (STF). A pena prevista é de um a três anos de prisão. (Jornal O Povo)
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