Ter como renda mensal menos R$ 67,00,
infelizmente, ainda é a condição de sobrevivência de 10,9% da população
cearense. Isto coloca este grupo de indivíduos em situação de extrema pobreza.
Os dados são da pesquisa Situação Social nos Estados, divulgada ontem, pelo
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O balanço, aponta a situação
dos principais indicadores socioeconômicos do Ceará entre os anos 2001 e 2009.
Conforme o estudo, o Ceará possui cerca de 8,6 milhões de habitantes. Apesar da diminuição no número de pessoas miseráveis, no comparativo com 2001, onde o percentual era de 22%, o resultado atual demonstra a vulnerabilidade social que encontram-se inúmeras pessoas no Estado.
As desigualdades entre as áreas urbanas e rurais também são notórias. No Ceará mais de 22% da população vive no meio rural dos municípios. Em 2001, 40,6% destes cearenses eram miseráveis. Já em 2009 o número caiu para 21%.
Segundo o pesquisador,
os dados do Censo 2010 do IBGE apontam que o Ceará possui aproximadamente 1,5
milhão de pessoas abaixo da linha de miséria. Isto representa quase 18% da
população do Estado, o que põe em xeque as informações apresentadas ontem.
O
Estado
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