O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS),
descartou ontem (7) a possibilidade de votação da emenda constitucional que
cria um piso salarial para policiais e bombeiros de todo o país. Segundo ele, o
assunto deve ser discutido diretamente pelos Estados e não no Congresso
Nacional.
Apesar de defender o direito de greve, inclusive para policiais, Maia fez ressalvas sobre a anistia dos envolvidos em greve. Diz que isso não “pode virar uma moda no Brasil” para aqueles que têm uma “atitude inadequada e cometem atos de vandalismo”.
“A PEC 300 [que cria o piso para policiais e bombeiros] tem um impacto brutal nas contas do país, por isso não vejo nenhuma condição política de desrespeitar a realidade dos Estados”, disse Maia. “Toda greve que ultrapassa o limite da razoabilidade tem que ser tratada como crime. Não podemos criar uma regra”, continuou.
Jornal O Estado
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