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| Policial agride professor em plena Assembléia Legislativa |
De um lado estão, forçando a barra, Rosa da Fonseca, representante
legítima da Crítica Radical - entidade especializada em radicalizar causas, e o
vereador João Alfredo, PSOL, e também do Conlutas, falange que tem se
aproveitado, e bem, do clima de agitação em qualquer patamar. Se há briga, eles
estão dentro.
Do outro lado, impotentes e reféns de ativistas se colocam o Sindicato e
a Apeoc, que há muito já perderam o comando das ações na greve paredistas. Nada
se faz nada e nada se decide sem a participação da professora Rosa e do
professor “ad hoc” João Alfredo, que não estão na escola mas ensinam nas ruas
como o povo deve passar por cima dos seus legítimos representantes.
Então, neste caso, vê-se que existem grupos políticos envolvidos nesta
greve, e o pior, os maiores prejudicados foram os professores pois não foram
atendidos pelo governador, não ganharam um centavo de aumento, apanharam,
jornais como o Diário do Nordeste está falando mal da categoria, dentre outros. O Sindicato Apeoc há muito defende a parada da greve.
No entanto, nada justifica a violência praticada com os professores a mando do governador Cid Gomes. É incrível, que em pleno século XXI o senhor governador trate os professores com a mesma prática que ditadores como o Sadam trata seus liderados.
O comentário da deputada Eliane Novais (PSB) sobre a confusão entre
professores e policiais, ontem, na Assembleia Legislativa, devido à votação da
mensagem que tratou dos vencimentos para os profissionais de nível médio, gerou
represálias de outros parlamentares. A deputada criticou a prisão de quatro
professores, questionando quem deveriam estar presos naquele momento, se os
professores ou os envolvidos no escândalo dos kits sanitários.

Um comentário:
é so vota neles dinovo! ai talvez da proxima vez eles mandem matar e não bater.
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