Mais uma vez, os/as trabalhadores/as da educação básica pública brasileira voltam às ruas - dia 16 de agosto - para exigir o cumprimento imediato e integral da Lei 11.738, que regulamentou o piso salarial profissional nacional do magistério. O descaso de muitos gestores é inaceitável e cabe à categoria não permitir que a Lei do Piso torne-se “letra morta”.
Dificilmente os professores do interior irão aderir a paralisação. Infelizmente, como todos sabem, as pessoas têm medo de se juntar a movimentos como estes, fato que não justifica tais posições. Acredita-se que a não-adesão deve-se também, a falta de organização, ou seja, de entidades que "puxem" os professores para tal ato. Nem sequer a greve deflagrada pelo Sindicato Apeoc o pessoal quis participar.
É de lascar o valor que um professor ganha atualmente. Não dá de forma alguma para que se tente ter uma vida digna, impossível, nos municípios interioranos e na rede estadual. A pessoa trabalhar para ganhar 600 reais é absurdo, pois com um salário destes, como que garantirá alimentação, vestuário, moradia, saúde, educação, lazer, dentre outros, para sua família? É um descaso que os governantes têm para com este setor.
Isso demonstra que Dermeval Savianni está certíssimo, quando em seu livro "Escola e Democracia", ele revela verdadeiramente as intenções da classe dominante para com a educação. Ainda mais, quando vemos uma falácia de investimento público em educação. Tudo mentira. Só comparando: o ensino superior foi o primeiro nível implantado aqui no Brasil e neste sentido, tem-se uma média de investimento por aluno-ano em torno de 15.000 reais, enquanto que na Educação Básica, com FUNDEB e tudo mais, investe-se 1.700,00 anuais. Assim, compare, leitor, o salário de professor de universidade com o da escola pública e veja a grande disparidade.
É de lascar o valor que um professor ganha atualmente. Não dá de forma alguma para que se tente ter uma vida digna, impossível, nos municípios interioranos e na rede estadual. A pessoa trabalhar para ganhar 600 reais é absurdo, pois com um salário destes, como que garantirá alimentação, vestuário, moradia, saúde, educação, lazer, dentre outros, para sua família? É um descaso que os governantes têm para com este setor.
Isso demonstra que Dermeval Savianni está certíssimo, quando em seu livro "Escola e Democracia", ele revela verdadeiramente as intenções da classe dominante para com a educação. Ainda mais, quando vemos uma falácia de investimento público em educação. Tudo mentira. Só comparando: o ensino superior foi o primeiro nível implantado aqui no Brasil e neste sentido, tem-se uma média de investimento por aluno-ano em torno de 15.000 reais, enquanto que na Educação Básica, com FUNDEB e tudo mais, investe-se 1.700,00 anuais. Assim, compare, leitor, o salário de professor de universidade com o da escola pública e veja a grande disparidade.
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