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sábado, 13 de agosto de 2011

Esclarecimento do Prof. Bebel para o anônimo que postou sobre a Língua Portuguesa


O Professor Bebel vem esclarecer para o anônimo que se referiu sobre as postagens na 3ª pessoa, que ele tem conhecimento sobre este fato, ou seja, não é porque ele não sabe disso não.

Caso o anônimo não saiba, além de ser Pedagogo concursado por Croatá e ser Professor de Física, o Professor Bebel trabalha também, com monografias, orientando as pessoas como se faz, tira dúvidas, corrige, dentre outras ajudas neste sentido, e neste caso, a redação de monografias, artigos e TCCs é na terceira pessoa. Neste sentido, este professor tem várias leituras de Língua Portuguesa, embora não seja da área, com conhecimentos sobre vários teóricos do assunto, como Ferreiro, Teberosky, Lajolo, Geraldi, Foucambert, dentre outros.

Na verdade, Bebel é uma espécie de assistente no quadro-de-giz e nas questões de Física que aparece nas aulas do Prof. Gerson. Ele fala, tem personalidade própria, etc. Por causa dele, os alunos "rebatizaram" este professor como Bebel. O objetivo da existência deste "assistente" invisível é justamente variar as aulas com um pouco de humor. Assim, Bebel é tratado como alguém que tem personalidade própria, desejos, inquietações, angústias, etc., como qualquer pessoa. Ele foi "contratado" há mais de dez anos para ajudar nas aulas, tanto de Matemática, quanto de Física. De lá para cá, os alunos têm aprovado o trabalho de Bebel, visto que este é muito popular.

Assim sendo, Bebel é um e Gerson é outro, embora muitas vezes eles se "transportem para um só corpo". São totalmente diferentes  e iguais, em muitos aspectos. Concluindo: é uma junção da Teoria de Compenhague que diz:

Você acredita que a cadeira em que está sentado continuará a se "comportar" da mesma forma quando você não estiver por perto a observando?. Mas pode ser que isso não aconteça em outras situações. Segundo alguns cientistas, as partículas no universo quântico comportam-se dependendo do observador. E isso é explicado pelo que eles chamam de Interpretação de Copenhague. Segundo o físico Niels Bohr, um dos mais importantes cientistas de todos os tempos, uma partícula quântica não existe em um estado ou outro, mas em todos os seus possíveis estados ao mesmo tempo. Somente quando a observamos é que ela decide em que estado se apresentará, probabilisticamente (lembre-se do Princípio da Incerteza de Heisenberg). O fato dela poder se apresentar diferente a cada vez, por conta dos fatores envolvidos na observação, explica porque as partículas quânticas têm um comportamento irregular. Se pudesse ser aplicada a coisas bem maiores, a Interpretação de Copenhague significaria que, enquanto você não está observando, os móveis da sua sala podem estar fazendo a maior festa ou estarem simplesmente imóveis, tudo ao mesmo tempo. 

Com a Teoria dos Muitos Mundos que diz:

Essa teoria é o oposto da Interpretação de Copenhague. Ela afirma que, para cada possível resultado de uma ação, o mundo se divide em uma cópia de si mesmo. Se você aperta um revólver carregado contra a própria cabeça há duas possibilidades: o revólver dispara e você morre ou ele falha, não dispara e você vive. Segundo a teoria, ao apertar o gatilho o universo imediatamente se divide em dois, em um deles você morre, porque o revólver disparou, e no outro você continua vivo, porque a arma falhou.

É isso aí. E viva Dom Sebastião! Vivááá...

Um comentário:

Anônimo disse...

Belíssimo esclarecimento, show de bola!Tambem me perguntava pq os textos na terceira pessoa, foi muito bom esta troca de idéias assim podemos conhecer um pouco mais do prof. Gerson. parabéns.